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Veja 4 dicas para deixar em dia o seu controle de gastos pessoais!

julho 19, 2019
Tempo de leitura 3 min

Se você deseja comprar ou alugar um imóvel precisa ter um orçamento doméstico equilibrado, com as finanças bem controladas, para investir e assumir custos sem passar aperto. Hoje, a tecnologia facilita bastante esse trabalho e, quando bem-feito, pode alavancar o seu poder de aquisições, proporcionando prosperidade no médio e longo prazo. O primeiro passo para isso é ter controle de gastos pessoais.

Pensando nisso, desenvolvemos um post para ajudar com a tarefa. Então, descubra a partir de agora por que é importante fazer o controle de gastos e como realizá-lo, na prática!

Por que é importante manter um controle de gastos organizado?

Quando você controla o que recebe e, principalmente, o que gasta, passa a enxergar oportunidades para economizar, podendo cortar despesas desnecessárias (aquelas baseadas na emoção), estabelecer prioridades (o que realmente é essencial) e planejar os demais gastos de forma mais estratégica. Como resultado, passa a sobrar mais recursos todos os meses, que podem ser investidos.

Como fazer um controle de gastos pessoais mais eficiente?

Com base na importância que o controle de gastos pessoais tem para a sua vida, listamos 4 dicas que vão ajudar a organizar a estratégia. Acompanhe!

1. Classifique as contas entre receitas e despesas

O primeiro passo para estabelecer um bom controle das finanças é registrar o dinheiro que entra e sai. Não importa se você vai fazer isso em um bloco de notas, numa planilha eletrônica ou num aplicativo, deve organizar essas duas contas separadamente.

Depois, classifique cada recebimento (salários, comissões etc.) e pagamento (conta de luz, supermercado, transporte etc.). A ideia é que você não tenha só o valor total das receitas e despesas, mas também saiba exatamente de onde elas vêm e para onde são direcionadas.

2. Crie uma rotina de planejamento e controle

Com uma estrutura mais adequada, torne os registros um hábito do seu dia a dia. O recomendável é que faça isso sempre que receber e gastar algum dinheiro, mas pode começar reservando um horário fixo, todos os dias, para registrar as operações.

No fim do expediente (no trabalho) ou da noite (em casa), por exemplo, são bons horários para registrar as movimentações do dia. Depois de uma semana fazendo isso, o processo se tornará uma rotina, e você não esquecerá mais de fazer os registros. Não se esqueça de guardar os recibos e notas ficais para lembrar de tudo.

3. Use a tecnologia a seu favor

Se você usa blocos de papel ou planilhas eletrônicas para fazer as anotações, o risco de perda das informações é grande. Então, troque esse método por ferramentas tecnológicas, como aplicativos de bolso. Além da segurança, você ganha mais privacidade e funcionalidades de agendamento que lembram de pagar as contas na data certa. Alguns dos aplicativos indicados são o Guiabolso e o B3.

4. Use a regra 50-15-35

Por fim, se você não sabe quanto do seu dinheiro deve ser utilizado para pagar as contas, bancar o lazer e ser investido, use a regra 50-15-35. É bem fácil. Você só precisa dividir o total das suas despesas em 3 categorias principais (gastos essenciais, prioridades e estilo de vida) e atribuir o percentual correspondente.

Por exemplo: os gastos essenciais, como pagamentos de conta de luz, supermercado e transporte, devem consumir até 50% das suas receitas totais; as prioridades financeiras, como formação de reserva em poupança e investimentos em previdência privada, devem receber 15% das receitas; e o estilo de vida, que compreende lazer e viagens, deve ter 35%.

É claro que, no início, essa divisão pode ser complicada, mas, com o tempo e boa dedicação ao controle de gastos pessoais, essa tarefa vai ficando mais fácil e você consegue obter um equilíbrio satisfatório para as suas finanças.

Tem alguma informação a acrescentar? Aproveite para compartilhar com a gente nos comentários!

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